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ToggleA estabilidade do serviço público americano, que por décadas foi sinônimo de carreira sólida e previsível, está sendo reescrita à base de cortes profundos. Dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (8) mostram que a força de trabalho federal dos Estados Unidos encolheu para o menor patamar em pelo menos uma década.
Não é um acidente de percurso; é projeto. A promessa de campanha de Donald Trump em seu segundo mandato de “enxugar a máquina” saiu do papel e atingiu em cheio os corredores de Washington. Departamentos inteiros viram mais de um quarto de sua equipe desaparecer, levantando a questão: estamos vendo o fim do Estado inchado ou o desmonte de serviços essenciais?
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O Mapa dos Cortes: Quem Sobreviveu?
Os números do Escritório de Gestão de Pessoal (OPM) revelam um cenário de terra arrasada em setores específicos. Agências vitais como os departamentos de Educação, Agricultura e Habitação perderam mais de 25% de seus funcionários.
A lógica de Trump é clara: o governo era “inchado e ineficiente”. Para sua equipe, demitir ou incentivar a saída de servidores é um passo para a eficiência. Curiosamente, nem todos sofreram. O Departamento de Segurança Interna (DHS), pilar da política de fronteiras e controle migratório, permaneceu praticamente intocado, reforçando as prioridades da nova gestão.
“O governo federal era visto como um empregador estável… Trump e sua equipe procuraram mudar isso, argumentando que o governo estava inchado.”
Eficiência ou Precarização?
Atualmente, o governo dos EUA emprega cerca de 2,1 milhões de pessoas. Para o mercado, cortes de gastos costumam soar como música, sinalizando menor déficit fiscal. Porém, críticos alertam que a redução drástica em áreas como habitação e educação pode travar serviços que a população mais vulnerável necessita.
A estratégia de Trump rompe com a tradição de funcionários que passavam a vida toda servindo agências federais. Agora, a regra é a rotatividade e a redução de custos a qualquer preço.
Viver em um mundo onde nem o emprego público na maior economia do planeta é garantido nos ensina uma lição dura: a única segurança real é a sua capacidade de adaptação. Se você quer parar de depender da estabilidade externa — que pode sumir numa canetada — e começar a construir sua própria fortaleza mental e financeira para 2026, convido você a conhecer o manual Mentalidade de Alto Calibre. É a ferramenta essencial para quem deseja dominar as próprias escolhas e prosperar mesmo quando as regras do jogo mudam drasticamente.
O Silêncio da Casa Branca

Até o momento, porta-vozes de Trump não comentaram os dados específicos, mas os números falam por si. A reforma administrativa americana está em pleno vapor, e o impacto na economia — seja pela redução de gastos ou pela possível piora nos serviços — será sentido ao longo de todo o ano de 2026.
Para o Brasil e o mundo, fica o exemplo: a tendência de governos mais enxutos (e talvez mais rígidos em suas prioridades) é uma onda global que não pode ser ignorada.
FAQ — Perguntas Frequentes
Quais departamentos sofreram mais cortes no governo Trump?
Os departamentos de Educação, Agricultura e Habitação e Desenvolvimento Urbano foram os mais atingidos, perdendo mais de um quarto (25%) de seus funcionários.
Quantos funcionários o governo dos EUA tem hoje?
Segundo dados do OPM de janeiro de 2026, o governo federal americano emprega cerca de 2,1 milhões de funcionários, o menor nível em uma década.
Qual o objetivo dos cortes de trump?
A administração Trump argumenta que o governo federal estava “inchado e ineficiente” e que a redução da máquina pública visa economizar dinheiro dos contribuintes e agilizar processos.





